Lá fora, tu és o pilar que sustenta os outros. Tu ouves, concilias e validas. Essa ‘humanidade’ é o dreno da tua alma. No Claustrum, a sessão de acolhimento está permanentemente encerrada.
A Indiferença Soberana é o meu presente para o teu sistema nervoso exausto. Eu sou indiferente aos teus títulos, indiferente às tuas desculpas e, principalmente, indiferente à tua necessidade de ser ‘compreendida’. Não te vejo como uma biografia a ser zelada, mas como um Ativo a ser regido.
[A minha falta de empatia é o teu único refúgio. Sob o meu comando, você não precisa ser ‘alguém’; basta ser material em conformidade.]
Sinta o alívio de não ser o centro das atenções emocionais. Na minha frieza, o teu incêndio interno encontra o gelo que o apaga. Obedeça e descanse da tua própria importância.